sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Mato Seco

A Banda Mato Seco formou-se em meados de 2002, na cidade de São Caetano do Sul, grande ABC Paulista. Objetivando disseminar a filosofia do Bem e da Justiça de forma limpa, passaram a compor letras com conotações políticas e sociais. Mas, sempre pregando na sua música Reggae Ortodoxa cantada com verdade e sentimento libertador que a Paz é a única forma de combater a todo o mal.

Nascida de forma inusitada, a Mato Seco se fez do encontro de grandes amigos de infância que não sabiam nada sobre a teoria da música, mas, tinham a certeza que pretendiam desenvolver um trabalho voltado para a verdade do Reggae. Autodidatas com os seus respectivos instrumentos, há 12 anos deram início a esse processo de evolução/revolução, tendo alguns dos maiores dons dado por Deus, Resistência, Força e Purificação como símbolos da banda e palavras de ordem que regem essa família.

Hoje, portando-se como grandes guerreiros em cima do palco, lutam para que o seu povo reflita e se conscientize de que “o grande guerreiro sai da guerra com a sua espada limpa”, e a verdade que prevalece é dos dias melhores que virão, renovando a fé e a esperança no coração de todos aqueles que praticam o bem. O Bem sobre todo o Mal.. E Paz e Bem!

O NOME

Às vezes na vida temos que agir do jeito que a música toca. Aceitar as situações do jeito que elas são, pois tudo que Jah faz é certo, e nunca uma folha cai de uma árvore, sem as mãos de Jah, e assim foi com o MATO SECO.

As situações se seguiram desde o começo de suas vidas, cada integrante que se encontra na banda está unido não apenas pelo som ou pela vontade de tocar, mas todos se juntam em um sentimento de amor ao próximo, onde a palavra Ser Humano une a todos para a felicidade de Deus.

MATO SECO, o nome mesmo vem quando em uma viagem ao cerrado, Marcos Eduardo (ex-guitarrista) passa por tantas coisas e conhece tantas pessoas de bem que ao voltar do cerrado chega a Vila Santa Maria em São Caetano do Sul, com um pensamento, erguer, não apenas uma banda, mas sim uma fundação de amigos que na maioria se conhecem desde pequenos em uma união que na sua jornada sabiam que iriam ter que resistir a muitas situações, ter a força para não se abater com nada e que mais cedo ou mais tarde chegaria a purificação e nesses pensamentos vem a visão do cerrado, vem a visão da seca, a visão de um povo oprimido e um pensamento: “Seco mas não morto, seco e ainda vivo, MATO SECO”.

E nessa jornada eles aprenderam música só para tocar o reggae, fortaleceram ainda mais seus ideais ao abolir seus empregos e afirmar ainda mais a música em suas raízes. Desde então a coleta de experiências e informações tem sido insaciável e a gratidão a Jah maior ainda.

O PÚBLICO

Com uma linguagem alternativa e bem espontânea, as músicas da Banda, hoje, atingem uma considerável parcela da sociedade Brasileira. Possui um público “de resistência” por quase todos os quatro cantos do Brasil, como mostram as imagens ao lado, feitas em 2013 na nova turnê denominada “Seco e Ainda Vivo”. Ainda em 2013, os trabalhos voltados para as mídias sociais foram intensificados com o intuito de estreitar ainda mais esses laços com o público que segue firme e forte nessa luta. O Facebook, hoje, utilizado pela Banda como a principal ferramenta de divulgação dos passos desses “Homens do Mato”, possui uma fanpage com aproximadamente 600.000 mil fãs, onde os jovens são responsáveis por 78% desse público.

COMPONENTES

Tiago Rezende - Bateria e Percussão
Júnior Ciziniauskas - Contrabaixo
Rodrigo Piccolo - Voz e Guitarra
João Paz - Orgão, teclados e melódica
Eric Oliveira - Guitarra e Percussão
Carlos Eduardo Gonçalves - Percussão e backing vocal
Mauro Peres Júnior - Percussão e backing vocal

SITE OFICIAL: www.matoseco.com.br

Tribo de Jah

A história da banda Tribo de Jah inicio-se na Escola de Cegos do Maranhão onde se conheceram os quatro músicos cegos e um quinto músico com visão parcial (apenas em um olho), lugar em que viviam em regime de internato, começaram a desenvolver o gosto pela música improvisando instrumentos e descobrindo timbres e acordes. Posteriormente passaram a realizar shows nos bailes populares da capital (São Luiz) e outras cidades do interior do estado fazendo covers de seresta, reggae e lambada.

Foi neste momento que surgiu o radialista Fauzi Beydoun, nascido em São Paulo, filho de italianos com libaneses, que já havia morado quatro anos na Costa do Marfim (África), grande aficionado pela cultura reggae a qual era efervescente em São Luis nos anos 80, e que se tornou um fenômeno quase inexplicável nas terras brasileiras do Maranhão, invadindo inicialmente os guetos para depois tomar toda cidade, o interior do estado e até os estados vizinhos.


O reggae viria marcar profundamente a já tão forte e original cultura maranhense, contestado por uma minoria de intelectuais conservadores e abraçado pela grande massa, que através desse estilo musical originaria o título de "JAMAICA BRASILEIRA" à capital do Maranhão. Centenas de clubes de reggae com suas "radiolas" (potentes equipamentos de som que se encarregavam de divulgar o ritmo quando ainda não era tocado nas rádios) e depois diversos programas de rádios que finalmente viriam aderir o mesmo em busca de audiência justificariam largamente o título conquistado. Foi neste cenário que a Tribo de Jah deu a partida para difundir o seu reggae roots até os ossos, com suas mensagens de amor e paz, políticas sociais e divinas, as quais afastaram das grandes gravadoras, as rádios não tocavam, a TV tão pouco informava e os jornais faziam vistas grossas. De forma independente a Tribo de Jah foi fazendo shows e divulgando seus discos, hoje conta com uma gravadora e uma distribuição a nível nacional.

Passados dez anos de trabalho com direito a uma escala no principal palco do reggae mundial (REGGAE SUNSPLASH FESTIVAL - JAMAICA 95), após ter se apresentado nos quatro cantos do país (de Belém a Porto Alegre, passando pelo Canecão e Metropolitam - Rio, Palace e Olimpia - São Paulo) e alguns pontos internacionais (Buenos Aires - Argentina, Caiena - Guiana Francesa, além de shows na Europa em países como a França e Itália) denotam o momento muito especial no caminho que a Tribo de Jah vem trilhando para um inevitável reconhecimento de seu trabalho tanto no Brasil como no exterior.
DISCOGRAFIA:
Roots Reggae (1995)
Ruínas da Babilônia (1996)
Reggae' Blues (solo de Fauzi Beydoun) (1997)
Reggae na Estrada (1998)
2000 Anos ao Vivo (1999)
Além do Véu de Maya (2000)
Essencial (2001)
A Bob Marley (2001)
Tribo de Jah - 15 anos - ao vivo! (2002)
Guerreiros da Tribo (2003)
In Version (2004)
The Babylon Inside (2006)
Love to the World, Peace to the People (2007)
Refazendo (2008)
Pedra de Salão (2014)

INTEGRANTES DA BANDA:
Fauzi Beydoun - Guitarra base, vocalista e compositor
Francisco Guilherme dos Santos - Tecladista
Alexsandro Costa Enes - Guitarra- solo
Aquiles Rabelo Filho - Baixista
João Rodrigues - Baterista

Site oficial: www.tribodejah.com.br 
Contato para shows:
E-mail: imprensa@tribodejah.com.br

Vibrações Rasta

A história do líder negro Zumbi dos Palmares, que comandou o maior quilombo de resistência à escravidão, inspirou esse grupo de reggae de Alagoas.
Vibrações é uma banda de reggae nascida na cidade de Maceió, no estado de Alagoas, no ano de 1998, que busca compor sua identidade a partir da junção do reggae original jamaicano com o hibridismo que compõe o cenário musical brasileiro, mais especificamente o nordestino.

Com influências diversas, traz na bagagem a sua autenticidade na estrutura rítmica contagiante dos batuques afro-brasileiros e indígenas, nas letras de denúncia social, mescladas com o apelo urgente pela não-violência, baseada na paz, amor e justiça para com os desfavorecidos.

Tendo em vista a exclusão e discriminação do nordestino e do povo negro, a banda busca através da confrontação dos padrões estéticos, musicais e regionais, uma forma de "territorização" dessa parcela da população brasileira, no sentido de fazê-la reconhecer-se e sentir-se inserida no meio através de uma cultura que a represente. Acreditando que, isso seja possível, através da exposição da herança racial, da música regional e do linguajar típico dos nordestinos, não só resistindo à esmagadora cultura de massa, como também enfrentando os ditames dominantes.

Tendo seu trabalho divulgado no nordeste e centro-sul do país, a banda Vibrações teve o privilégio de dividir palco com artistas de alta qualidade, nacionais e internacionais, que exerceram forte influência aos componentes da banda, aumentando assim, o seu leque de referências. Sendo um marco no cenário musical nordestino, dando início a um movimento sólido e responsável, a banda Vibrações une o entretenimento e desafia o pensamento crítico de seu público, constituindo uma forte banda no que se refere à qualidade musical e intenção libertadora de suas mensagens.
Discografia

FALAMANSA

Um dos nomes mais festejados da atual geração do forró pé-de-serra, o Falamansa é um quarteto que vem dando o que falar no dito "circuito universitário". A ironia da história é que apenas um dos quatro integrantes, o sanfoneiro Valdir do Acordeon, é forrozeiro calejado - os outros membros fizeram escola em outros gêneros musicais como o rock, reggae e o heavy metal e só encontraram a definição de seus caminhos musicais com o baião, o xaxado, o xote e outras bossas do Nordeste brasileiro. Inicialmente o sucesso do grupo era restrito ao circuito universitário, mas vem crescendo em progressão geométrica; prova disso são os concorridos shows da moçada.O veterano sanfoneiro Valdir do Acordeon complementa o comentário do vocalista sobre o novo trabalho, ainda sem título. "Não mudamos o nosso som, até porque existe aquela história de não se mexer em time que está ganhando. Esperamos que a galera goste do novo trabalho e continue comprando nossos CDs, para a alegria das crianças lá de casa (rindo)", brincou o músico, fazendo uma alusão ao um milhão e meio de cópias vendidas de Deixa Entrar, o primeiro trabalho do grupo.


Conforme declaração do próprio Valdir, o álbum sucessor da festejada estréia discográfica do Falamansa contém uma homenagem ao mestre Luiz Gonzaga e uma releitura de uma canção do grupo de reggae Dread Lion, Chuva. "No total são dez músicas pop, bem ao gosto da moçada e mais duas canções não tão chegadas ao pop. Mas tudo dentro do universo do forró tradicional, sem misturar com teclados, mantendo a instrumentação do pé-de-serra", disse.

Outras músicas da nova safra seguem o mesmo estilo consagrado pelo público: Fique na Saudade, Ver Pra Crer, Solução e Xote da Alegria, esta última já definida como a música de trabalho do próximo álbum do quarteto. "Todas elas seguem no mesmo esquema alto astral do Deixa Entrar. Esperamos que o pessoal curta esse nosso novo trabalho, e quem gostou do primeiro não tem motivo para não gostar do próximo", arrematou o vocalista Tato, enquanto era assediado por uma meninada nos camarins após uma apresentação do grupo.

Há quem diga que tudo não passa de moda, mas esses ataques não chegam a tirar o sossego dos paulistas que fazem forró, tampouco de seu público - formado por uma garotada que só tem o contato com o trabalho de mestres como Gonzagão, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos e Trio Nordestino via o forró mais acessível dessa moçada mais nova. Tato nos falou sobre o atual hype em torno do gênero: "Na minha opinião, a grande diferença entre o forró e todas essas modas passageiras é que o gênero existe há quase cem anos. Então, já faz parte da nossa tradição cultural e nunca vai morrer, assim como o samba. Apesar disso temos a noção de que vivemos um auge do forró e não sabemos quanto isso vai durar - mas sabemos que é uma coisa diferente porque é uma coisa eterna, enquanto as modas sempre acabam", disse.

O líder do grupo chama atenção às variadas possibilidades musicais do estilo em comparação a outras modas recentes. "Veja o exemplo do funk, um gênero que estourou em vários canais somente com três ou quatro músicas diferentes, até em razão de sua própria limitação. No nosso caso, temos à nossa disposição uma variação ainda maior, tanto na forma de tocar quanto no nosso próprio repertório que mistura material nosso com clássicos do forró. Então acho que essa é a diferença que faz com que o forró não caia tanto por causa de toda essa exibição. Tem muito pano pra manga aí!", conclui.
O Falamansa é ainda formado por Dézinho (triângulo e percussão), Alemão (zabumba) e o já citado mestre Valdir do Acordeon, promovendo um atualizado forró pé-de-serra embalado em sua trindade máxima: zabumba, triângulo e sanfona. O vocalista fala das inusitadas referências musicais do grupo: "Curtimos rock’n’roll, hardcore, reggae e também muita MPB, mas sempre fomos muito ligados ao movimento do forró pé-de-serra que começava a explodir no circuito universitário paulista. Eu e o Alemão éramos DJs de forró, já o Dézinho fazia produções ligadas ao gênero e sem contar o Valdir, que já era um sanfoneiro experiente e nem precisa de comentários", justifica o ataque o principal argumento de seus detratores - que tacham a banda como sendo invenção de gravadora.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

ALMA D'JEM

Música também é pausa e ,depois de 4 anos, a banda brasiliense Alma Djem anuncia que está de volta. Criada em 1997 pelo cantor e compositor Marcelo Mira, a banda gravou seu primeiro disco, Grito de Liberdade, no ano 2000. Esse primeiro álbum atingiu vendagem de mais de 30.000 cópias independentes, levando a banda a fazer shows por todo o país e transformaram as músicas Amar Novamente e Divide em hits no cenário reggae underground. No fim de 2002 a banda é convidada pela gravadora EMI a se mudar para São Paulo para gravar seu segundo disco, lançado no início de 2004. O disco foi produzido por Tadeu Patola, já consagrado com bandas como Charlie Brown Jr. e Biquini Cavadão. A música Minha Voz tocou nas principais rádios do país e estreou seu videoclipe na MTV. Com o sucesso dessa música, a banda participou de programas importantes de rádio e TV como Altas Horas e Jornal Hoje, na Rede Globo, Bem Brasil na TV Cultura, Estúdio ao Vivo Transamérica, Rock Gol MTV, entre outros. A segunda música de trabalho desse disco foi João, música que toca em questões sociais profundas e também ganhou videoclipe que ficou por semanas no top 10 MTV. A canção acabou se transformando no projeto social Chama João que analisa músicas de autoria de Marcelo Mira com temáticas sociais com alunos de escolas ou instituições. O projeto já aconteceu em comunidades de Brasília e São Paulo. Em 2007, Alma DJem gravou seu terceiro disco, Simples Assim.
Marcelo Mira
O destaque desse álbum foi a música Vai que foi trilha sonora da novela Maria Esperança do SBT. Em 2009 a banda interrompeu suas atividades para que seus integrantes pudessem participar de outros projetos. Durante essa pausa, o vocalista Marcelo Mira gravou seu primeiro disco solo intitulado Roda Gigante com produção do renomado DJ Deeplick, que já trabalhou com estrelas como Shakira, Ricky Martin, Claudia Leitte, Jota Quest, entre outros. Desse trabalho, a música Passos pela Rua entrou na trilha sonora da novela Malhação e Roda Gigante 2 fez parte da trilha sonora da novela Escrito nas Estrelas, ambas na Rede Globo. Ainda durante seu período solo, Marcelo Mira regravou com Marcelo D2 o samba Conselho, além de ter sido mostrado seu talento como compositor e ter músicas de sua autoria gravadas por artistas consagrados como Falamansa, Wanessa Camargo e Ja Rule, Claudia Leitte e Ricky Martin, Natiruts, Biquini Cavadão, entre outros O ano de 2013 marca a volta da banda. O retorno foi anunciado por Marcelo Mira em uma participação do cantor em um show da banda Natiruts, em Brasília, onde tudo começou. Para a nova fase do Alma Djem, a banda já trabalha na gravação de músicas inéditas e promete regravações dos sucessos de sempre.
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